Amigos
Oi galera! Como vocês estão?
Demorei pra fazer essa postagem porque estava sem inspiração ultimamente. Mas ontem recebi amigos muito queridos em casa e ao comentar com a Pri sobre a alegria de tê-los visto de novo ela disse: "Por que você não fala disso no blog?"... Pois bem, vamos falar disso e, como sempre, associar ao processo de coaching.
Um dos pilares que o coaching trata é o social. Vivemos em sociedade e dependemos dela não só para viver, mas também pra sobreviver. Por isso, não podemos neglicenciar nossa relação com as pessoas fora do nosso primeiro nível de família (pais, irmãos, cônjuge e filhos) e do trabalho.
Se relacionar com pessoas que tenham outras coisas em comum com você além do DNA e do endereço comercial faz muito bem. E a elas damos o nome de amigos.
Sobre ontem, falo especificamente desses 3 grandes amigos: Priscila, Victor e Thais (Thata)
Nós nos conhecemos na FEI, no longínquo biênio de 2003/2004. Somos todos engenheiros de produção.
A Thata e eu passamos todos os 12 semestres juntos. Acho que só não fizemos uma matéria na mesma sala porque para alguns laboratórios as turmas eram divididas.
O Victor e a Pri Pissi (vou chamá-la assim ou de "nossa Pri", pra diferenciar da "minha Pri") também se conheceram no 1o ano. Nossas turmas se juntaram a partir do 3o semestre. Então podemos dizer que esse quarteto fantástico está junto há mais de 13 anos. Depois descobri que o Victor estudou no Colégio São José, igual a mim, mas não nos conhecíamos nessa época.
Foram 5, 6 anos bem intensos na faculdade, com muita história pra contar. Algumas passagens não foram tão boas...
Quando eu entrei no Tiro de Guerra, a Thata ficou mais revoltada do que eu mesmo: "um monte de vagabundo sem fazer nada fica livre e você que trabalha e estuda a noite ainda tem que passar por isso?"
Em uma das poucas vezes que vi a Thata chorar, quando seu avô (ou avó, me desculpe, não lembro exatamente) faleceu, a "nossa" Pri correu pra porta pra abraçá-la e consolá-la.
Quando o Victor ficou sem carro, ele entrou na minha turma de carona.
Quando eu fui fazer estágio em Pirituba e não tinha fretado até São Bernardo, a Thata me esperava pra irmos juntos. Sempre com um sorriso no rosto, não importava o quanto atrasado eu estivesse.
Mas é claro que os bons momentos foram muito maiores que os ruins...
O Victor conheceu a Bruna, hoje sua esposa, em uma festa de aniversário da Pri Pissi. Elas eram amigas de infância.
A Pri Pissi e a Thata passaram juntas no concurso pra Caixa, onde trabalham até hoje.
Estudamos juntos incontáveis horas antes das provas. Fazíamos questão de nos encontrarmos para fazer os trabalhos, porque as ideias fluíam no ritmo das risadas. Foram sites de carona, fábricas de placas de carros e melhorias em fios de telefone que sempre nos renderam ótimas notas.
Passávamos tanto tempo na casa da Thaís, que até hoje a Fernanda, sua irmã, me chama de irmão.
Na época de TCC então... quando eu chegava na casa dela, seu pai ainda não tinha tirado o pijama. Quando eu ia embora, ele já tinha colocado de novo. Nesse caso o Victor não participou porque o grupo não podia ser de mais do que 3 pessoas.
Fizemos várias viagens, fomos a muitas baladas, dividimos algumas cervejas e muitos pães de queijo e folhados. Por isso e por muito mais esses sorrisos tão sinceros no dia do baile de formatura.
Também por isso e por muito mais que eles foram os únicos "não familiares" que escolhi como meus padrinhos de casamento.
Ontem, em um certo momento ficamos só a Pri, a Thata e eu na varanda. O Victor estava cuidando do filho, por isso não pôde participar hehehe.
O tempo passa, a vida muda e somos abençoados como muitas pessoas novas no nosso caminho. Mas eu sempre acho especial quando os "originais" ficam a sós... Você já parou pra pensar qual foi a última vez que ficou a sós com seus pais e irmãos? Sem mais ninguém junto? Ou quando não havia ninguém além de você e seus melhores amigos na mesma rodinha?
Ontem eu tive um desses momentos. Foram só 5 minutos, mas 5 minutos só nossos. Como se, apesar de tudo que estivesse acontecendo no mundo e de todas as pessoas importantes pra cada um do outro lado porta, Deus tivesse nos permitido voltar a ser aqueles 3 jovens estudantes e se sentir como eles se sentiam quando estavam isolados do mundo.
Pri, Thata e Victor, muito obrigado por terem viajado até Mogi das Cruzes para estarmos juntos. Toda minha gratidão pelos amigos que sempre foram e que sei que sempre serão. Que repitamos essas fotos mais vezes, até só se vejam cabelos brancos.
Um beijo no coração de vocês.
Demorei pra fazer essa postagem porque estava sem inspiração ultimamente. Mas ontem recebi amigos muito queridos em casa e ao comentar com a Pri sobre a alegria de tê-los visto de novo ela disse: "Por que você não fala disso no blog?"... Pois bem, vamos falar disso e, como sempre, associar ao processo de coaching.
Um dos pilares que o coaching trata é o social. Vivemos em sociedade e dependemos dela não só para viver, mas também pra sobreviver. Por isso, não podemos neglicenciar nossa relação com as pessoas fora do nosso primeiro nível de família (pais, irmãos, cônjuge e filhos) e do trabalho.
Se relacionar com pessoas que tenham outras coisas em comum com você além do DNA e do endereço comercial faz muito bem. E a elas damos o nome de amigos.
Sobre ontem, falo especificamente desses 3 grandes amigos: Priscila, Victor e Thais (Thata)
Nós nos conhecemos na FEI, no longínquo biênio de 2003/2004. Somos todos engenheiros de produção.
A Thata e eu passamos todos os 12 semestres juntos. Acho que só não fizemos uma matéria na mesma sala porque para alguns laboratórios as turmas eram divididas.
O Victor e a Pri Pissi (vou chamá-la assim ou de "nossa Pri", pra diferenciar da "minha Pri") também se conheceram no 1o ano. Nossas turmas se juntaram a partir do 3o semestre. Então podemos dizer que esse quarteto fantástico está junto há mais de 13 anos. Depois descobri que o Victor estudou no Colégio São José, igual a mim, mas não nos conhecíamos nessa época.
Foram 5, 6 anos bem intensos na faculdade, com muita história pra contar. Algumas passagens não foram tão boas...
Quando eu entrei no Tiro de Guerra, a Thata ficou mais revoltada do que eu mesmo: "um monte de vagabundo sem fazer nada fica livre e você que trabalha e estuda a noite ainda tem que passar por isso?"
Em uma das poucas vezes que vi a Thata chorar, quando seu avô (ou avó, me desculpe, não lembro exatamente) faleceu, a "nossa" Pri correu pra porta pra abraçá-la e consolá-la.
Quando o Victor ficou sem carro, ele entrou na minha turma de carona.
Quando eu fui fazer estágio em Pirituba e não tinha fretado até São Bernardo, a Thata me esperava pra irmos juntos. Sempre com um sorriso no rosto, não importava o quanto atrasado eu estivesse.
Mas é claro que os bons momentos foram muito maiores que os ruins...
O Victor conheceu a Bruna, hoje sua esposa, em uma festa de aniversário da Pri Pissi. Elas eram amigas de infância.
A Pri Pissi e a Thata passaram juntas no concurso pra Caixa, onde trabalham até hoje.
Estudamos juntos incontáveis horas antes das provas. Fazíamos questão de nos encontrarmos para fazer os trabalhos, porque as ideias fluíam no ritmo das risadas. Foram sites de carona, fábricas de placas de carros e melhorias em fios de telefone que sempre nos renderam ótimas notas.
Passávamos tanto tempo na casa da Thaís, que até hoje a Fernanda, sua irmã, me chama de irmão.
Na época de TCC então... quando eu chegava na casa dela, seu pai ainda não tinha tirado o pijama. Quando eu ia embora, ele já tinha colocado de novo. Nesse caso o Victor não participou porque o grupo não podia ser de mais do que 3 pessoas.
Fizemos várias viagens, fomos a muitas baladas, dividimos algumas cervejas e muitos pães de queijo e folhados. Por isso e por muito mais esses sorrisos tão sinceros no dia do baile de formatura.
Também por isso e por muito mais que eles foram os únicos "não familiares" que escolhi como meus padrinhos de casamento.
Ontem, em um certo momento ficamos só a Pri, a Thata e eu na varanda. O Victor estava cuidando do filho, por isso não pôde participar hehehe.
O tempo passa, a vida muda e somos abençoados como muitas pessoas novas no nosso caminho. Mas eu sempre acho especial quando os "originais" ficam a sós... Você já parou pra pensar qual foi a última vez que ficou a sós com seus pais e irmãos? Sem mais ninguém junto? Ou quando não havia ninguém além de você e seus melhores amigos na mesma rodinha?
Ontem eu tive um desses momentos. Foram só 5 minutos, mas 5 minutos só nossos. Como se, apesar de tudo que estivesse acontecendo no mundo e de todas as pessoas importantes pra cada um do outro lado porta, Deus tivesse nos permitido voltar a ser aqueles 3 jovens estudantes e se sentir como eles se sentiam quando estavam isolados do mundo.
Pri, Thata e Victor, muito obrigado por terem viajado até Mogi das Cruzes para estarmos juntos. Toda minha gratidão pelos amigos que sempre foram e que sei que sempre serão. Que repitamos essas fotos mais vezes, até só se vejam cabelos brancos.
Um beijo no coração de vocês.









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