Duas vidas
UAU!!! E não é que a primeira postagem do blog fez sucesso?
Muito obrigado a todos pela receptividade, carinho e comentários.
Vi que muita gente gostou da minha confissão sobre o “Super Felipe”. Prometo contar mais histórias da minha infância qualquer dia.
Mas, como escrevi na primeira postagem, vou começar a compartilhar os aprendizados das atividades do Coaching. E hoje vou falar sobre o filme Duas Vidas (The Kid), do ano 2000.
É uma típica história da Disney, ideal para a Sessão da Tarde (ainda existe Sessão da Tarde?). Bruce Willis, ainda com cabelo, interpreta um consultor de imagem bem sucedido que logo no começo do filme alterna atitudes gentis com outras impiedosas com sua assistente. Uma frase marcante dela é “Quando estou quase desistindo de você, você me trata com doçura. Lembre-se de ser esse garotinho por mais 5 minutos”.
Em um dado momento, após rejeitar uma visita de seu pai, ele começa a ter “visões” de um menino e um avião vermelho. A grande surpresa (pra ele) acontece quando chega à conclusão que o menino é ele próprio aos 8 anos de idade e que não é uma visão, pois todos também o vêem. Desnecessário dizer que todos que o conhecem preferem a criança ao adulto.
Uma reflexão interessante é o conceito de sucesso do garoto: “Você não tem um cachorro, não é piloto de avião e não tem uma esposa? Eu vou ser um fracasso!!!!”. A partir dessa frase, muitas fichas caem. As principais pra mim foram:
- O que você-criança diria pra você-adulto?
- Quando e por que você abandonou seus desejos de criança?
- Quantos de nós conseguimos nos tornar o que sonhávamos quando criança?
- Quantas coisas deixamos de fazer por vergonha? Por exemplo, dizer a alguém querido “eu te amo”. Nossa criança interior teria vergonha disso?
Outro ponto importante apresentado no filme é o impacto que “pequenos” acontecimentos na infância têm em nossa vida adulta e nem percebemos. No fundo, passamos boa parte de nossa vida adulta tentado esquecer as memórias ruins do passado.
Mais alguns aprendizados:
- Se não enfrentarmos os desafios hoje, teremos que enfrentá-los amanhã, ou depois de amanhã, ou daqui alguns anos. Diga para sua criança que está com medo que tudo será maravilhoso.
- Lembre-se que, na verdade, a gente só faz o melhor que pode. O sucesso não é uma garantia.
E a mensagem final: quando entramos em contato com a criança dentro de nós, a vida toda fica mais leve.
Pra terminar, lanço um desafio: Qual era sua resposta quando perguntavam “o que você quer ser quando crescer”? Você é o que queria ser?
Obrigado pela leitura
Muito obrigado pelos comentários
Enorme abraço!
Fê
Muito obrigado a todos pela receptividade, carinho e comentários.
Vi que muita gente gostou da minha confissão sobre o “Super Felipe”. Prometo contar mais histórias da minha infância qualquer dia.
Mas, como escrevi na primeira postagem, vou começar a compartilhar os aprendizados das atividades do Coaching. E hoje vou falar sobre o filme Duas Vidas (The Kid), do ano 2000.
É uma típica história da Disney, ideal para a Sessão da Tarde (ainda existe Sessão da Tarde?). Bruce Willis, ainda com cabelo, interpreta um consultor de imagem bem sucedido que logo no começo do filme alterna atitudes gentis com outras impiedosas com sua assistente. Uma frase marcante dela é “Quando estou quase desistindo de você, você me trata com doçura. Lembre-se de ser esse garotinho por mais 5 minutos”.
Em um dado momento, após rejeitar uma visita de seu pai, ele começa a ter “visões” de um menino e um avião vermelho. A grande surpresa (pra ele) acontece quando chega à conclusão que o menino é ele próprio aos 8 anos de idade e que não é uma visão, pois todos também o vêem. Desnecessário dizer que todos que o conhecem preferem a criança ao adulto.
Uma reflexão interessante é o conceito de sucesso do garoto: “Você não tem um cachorro, não é piloto de avião e não tem uma esposa? Eu vou ser um fracasso!!!!”. A partir dessa frase, muitas fichas caem. As principais pra mim foram:
- O que você-criança diria pra você-adulto?
- Quando e por que você abandonou seus desejos de criança?
- Quantos de nós conseguimos nos tornar o que sonhávamos quando criança?
- Quantas coisas deixamos de fazer por vergonha? Por exemplo, dizer a alguém querido “eu te amo”. Nossa criança interior teria vergonha disso?
Outro ponto importante apresentado no filme é o impacto que “pequenos” acontecimentos na infância têm em nossa vida adulta e nem percebemos. No fundo, passamos boa parte de nossa vida adulta tentado esquecer as memórias ruins do passado.
Mais alguns aprendizados:
- Se não enfrentarmos os desafios hoje, teremos que enfrentá-los amanhã, ou depois de amanhã, ou daqui alguns anos. Diga para sua criança que está com medo que tudo será maravilhoso.
- Lembre-se que, na verdade, a gente só faz o melhor que pode. O sucesso não é uma garantia.
E a mensagem final: quando entramos em contato com a criança dentro de nós, a vida toda fica mais leve.
Pra terminar, lanço um desafio: Qual era sua resposta quando perguntavam “o que você quer ser quando crescer”? Você é o que queria ser?
Obrigado pela leitura
Muito obrigado pelos comentários
Enorme abraço!
Fê

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