Como são as suas palavras?
Oi pessoal! Muito obrigado pelos comentários e curtidas do último post.
Vamos lá. Hoje não vou falar de um filme, mas sim de 2 livros que li recentemente. Um por recomendação da Pri e outro como lição de casa passada pela minha coach Mônica Mattos. São eles: Pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas (Will Bowen) e Eu e minha boca grande (Joyce Meyer).
Os livros são bem diferentes, mas a mensagem é praticamente a mesma: O nível de satisfação com nossas próprias vidas é tão bom quanto nossas palavras.
O "Pare de reclamar" é uma leitura mais leve e em um formato mais comum. O autor lança um grande desafio para os leitores: ficar 21 dias seguidos sem reclamar. E por reclamação entenda também fazer fofoca. Já imaginou? 21 dias sem dizer "nossa, que frio"? 21 dias sem dizer "que dor de cabeçar"? 21 dias sem reclamar do trânsito? 21 dias... você já deve ter entendido.
Qualquer reclamação faz a contagem zerar. O próprio autor relata a frustração que sentiu quando percebeu ter feito uma reclamação quando já estava no 20o dia.
O "Eu e minha boca grande" é um livro mais denso. A leitura não rende como quando lemos um romance, mas é impactante. Possui uma linguagem que eu diria ser "gospel". Todo baseado na Bíblia, traz praticamente uma citação para cada ideia que defende. Sempre na linha de que nossas palavras tem o incrível poder de uma profecia: tudo o que falamos acontece.
É muito interessante lembrar que a Bíblia é ao mesmo tempo um livro que relata a história de um povo e fonte de consulta para qualquer situação de nossas vidas.
Preferências religiosas à parte, anotei mais de 6 páginas de passagens interessantes desses livros. Algumas delas:
- Palavras são sementes em nossas vidas. E toda colheita depende da qualidade das sementes.
- Quanto mais falamos uma determinada coisa, mais isso se fixa na nossa mente. Se só falarmos coisas negativas, haverá espaço para algo positivo?
- Tudo em que colocamos nosso foco, se expande.
- Melhor ser positivo e ter alguns resultados bons do que ser negativo e ter 100% de resultados ruins.
- Nenhuma palavra tem tanta autoridade sobre nós do que a que dizemos a nós mesmos.
- A boca fala do que nosso coração (alma, espírito, o que preferir) está cheio.
- Deus criou tudo que existe pelo poder da palavra. Nós somos feitos à Sua imagem e semelhança.
- Palavras de reclamação acabam com a alegria de quem fala e também de quem ouve.
- Ninguém quer ouvir alguém que só reclama. Todos temos nossos próprios problemas. Não precisamos da carga adicional de problemas alheios.
- Não reclamar não significa fingir que coisas negativas não existem. Mas sim ser tão positivo quanto for possível.
Você deve estar se perguntando: "Mas se eu não reclamar, como vou mudar uma situação que não me agrada?". A pergunta faz sentido, mas a reclamação em si, resolve o problema? Não existe nada positivo naquilo que você quer tanto reclamar? É possível transmitir sua mensagem sem fazer uma reclamação?
Vamos lá. Hoje não vou falar de um filme, mas sim de 2 livros que li recentemente. Um por recomendação da Pri e outro como lição de casa passada pela minha coach Mônica Mattos. São eles: Pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas (Will Bowen) e Eu e minha boca grande (Joyce Meyer).
Os livros são bem diferentes, mas a mensagem é praticamente a mesma: O nível de satisfação com nossas próprias vidas é tão bom quanto nossas palavras.
O "Pare de reclamar" é uma leitura mais leve e em um formato mais comum. O autor lança um grande desafio para os leitores: ficar 21 dias seguidos sem reclamar. E por reclamação entenda também fazer fofoca. Já imaginou? 21 dias sem dizer "nossa, que frio"? 21 dias sem dizer "que dor de cabeçar"? 21 dias sem reclamar do trânsito? 21 dias... você já deve ter entendido.
Qualquer reclamação faz a contagem zerar. O próprio autor relata a frustração que sentiu quando percebeu ter feito uma reclamação quando já estava no 20o dia.
O "Eu e minha boca grande" é um livro mais denso. A leitura não rende como quando lemos um romance, mas é impactante. Possui uma linguagem que eu diria ser "gospel". Todo baseado na Bíblia, traz praticamente uma citação para cada ideia que defende. Sempre na linha de que nossas palavras tem o incrível poder de uma profecia: tudo o que falamos acontece.
É muito interessante lembrar que a Bíblia é ao mesmo tempo um livro que relata a história de um povo e fonte de consulta para qualquer situação de nossas vidas.
Preferências religiosas à parte, anotei mais de 6 páginas de passagens interessantes desses livros. Algumas delas:
- Palavras são sementes em nossas vidas. E toda colheita depende da qualidade das sementes.
- Quanto mais falamos uma determinada coisa, mais isso se fixa na nossa mente. Se só falarmos coisas negativas, haverá espaço para algo positivo?
- Tudo em que colocamos nosso foco, se expande.
- Melhor ser positivo e ter alguns resultados bons do que ser negativo e ter 100% de resultados ruins.
- Nenhuma palavra tem tanta autoridade sobre nós do que a que dizemos a nós mesmos.
- A boca fala do que nosso coração (alma, espírito, o que preferir) está cheio.
- Deus criou tudo que existe pelo poder da palavra. Nós somos feitos à Sua imagem e semelhança.
- Palavras de reclamação acabam com a alegria de quem fala e também de quem ouve.
- Ninguém quer ouvir alguém que só reclama. Todos temos nossos próprios problemas. Não precisamos da carga adicional de problemas alheios.
- Não reclamar não significa fingir que coisas negativas não existem. Mas sim ser tão positivo quanto for possível.
Você deve estar se perguntando: "Mas se eu não reclamar, como vou mudar uma situação que não me agrada?". A pergunta faz sentido, mas a reclamação em si, resolve o problema? Não existe nada positivo naquilo que você quer tanto reclamar? É possível transmitir sua mensagem sem fazer uma reclamação?
Um dos livros menciona algo muito legal: Martin Luther King não fez um discurso lembrado 50 anos após usa morte cheio de reclamações. E sim com a imagem positiva que ele tinha de como seria uma sociedade sem aquilo que o incomodava. Milhões de pessoas entenderam sua insatisfação e lutaram para mudar aquilo. Se ele tivesse falado "somos discriminados, sofremos muito, etc" o impacto seria o mesmo?
Nossas palavras tem o poder de uma profecia autorrealizável. Quem nunca presenciou um fato acontecer exatamente como foi falado muito antes por alguém?
Todos queremos grandes mudanças em nossas vidas. Que tal darmos um empurrãozinho para essas mudanças mudando a forma como falamos?
Muito obrigado por sua leitura
Ótima semana!

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