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Mostrando postagens de maio, 2017

Sonho esquecido

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Realizar um sonho é maravilhoso. Viajar pro lugar que sempre quis. Ir ao show daquela banda que você adora. Ter um filho. Construir sua própria casa. Se formar. Qualquer objetivo atingido vale uma grande comemoração. Mas eu arrisco dizer que realizar um sonho que você já tinha esquecido, ou até mesmo que tinha deixado de ser um sonho tem um sabor diferente. Pode parecer bobo, mas essa foto representa um sonho que foi muito intenso durante algum tempo e, com o passar do tempo, perdeu sua importância até o ponto em que me esqueci dele. Explico: Quem está na faixa dos 30 anos deve se lembrar de um programa da TV Cultura chamado X-Tudo. Era um dos ótimos programas infantis do bom e velho canal 2 da TV aberta aqui em São Paulo. Nesse programa, havia uma menininha muito bonita chamada Fernanda, que chamava a atenção do pequeno Felipe. O tempo passou, o X-Tudo acabou, essa menina cresceu e virou a Mili das Chiquititas (OK, pode rir, eu assistia a 1a versão de Chiquititas). P...

AMOR

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O post de hoje é sobre amor. E pode não parecer, mas amor tem tudo a ver com coaching.  Veja só: a base de atuação do coaching é que nossos resultado são frutos de nossos comportamentos. Os comportamentos são explicados por nossas crenças. Nossas crenças são criadas pelo que pensamos e sentimos. Nossos pensamentos e sentimentos vem de alguma forma de comunicação, seja ela externa (o que vejo, ouço e sinto) ou interna (o que digo pra mim mesmo). E existe comunicação mais positiva que o amor? Mas o amor que quero falar é o entre duas pessoas. Mais especificamente desse casal aqui embaixo. Sim, são meus pais, Pedro e Edna. Um amor que segundo meu pai foi despertado com um pedaço de bolo em uma festa de aniversário e começou pra valer em um picnic de funcionários da Firestone. Esse amor passou pelo crivo da D Cremilde (a saber, minha avó materna). E logo na primeira visita, a conversa com a sogra foi tão longa que fez meu pai perder o último ônibus. O amor cres...

Como são as suas palavras?

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Oi pessoal! Muito obrigado pelos comentários e curtidas do último post. Vamos lá. Hoje não vou falar de um filme, mas sim de 2 livros que li recentemente. Um por recomendação da Pri e outro como lição de casa passada pela minha coach Mônica Mattos. São eles: Pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas (Will Bowen) e Eu e minha boca grande (Joyce Meyer). Os livros são bem diferentes, mas a mensagem é praticamente a mesma: O nível de satisfação com nossas próprias vidas é tão bom quanto nossas palavras. O "Pare de reclamar" é uma leitura mais leve e em um formato mais comum. O autor lança um grande desafio para os leitores: ficar 21 dias seguidos sem reclamar. E por reclamação entenda também fazer fofoca. Já imaginou? 21 dias sem dizer "nossa, que frio"? 21 dias sem dizer "que dor de cabeçar"? 21 dias sem reclamar do trânsito? 21 dias... você já deve ter entendido. Qualquer reclamação faz a contagem zerar. O próprio autor relata a frustração q...

Duas vidas

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UAU!!! E não é que a primeira postagem do blog fez sucesso? Muito obrigado a todos pela receptividade, carinho e comentários. Vi que muita gente gostou da minha confissão sobre o “Super Felipe”. Prometo contar mais histórias da minha infância qualquer dia. Mas, como escrevi na primeira postagem, vou começar a compartilhar os aprendizados das atividades do Coaching. E hoje vou falar sobre o filme Duas Vidas (The Kid), do ano 2000. É uma típica história da Disney, ideal para a Sessão da Tarde (ainda existe Sessão da Tarde?). Bruce Willis, ainda com cabelo, interpreta um consultor de imagem bem sucedido que logo no começo do filme alterna atitudes gentis com outras impiedosas com sua assistente. Uma frase marcante dela é “Quando estou quase desistindo de você, você me trata com doçura. Lembre-se de ser esse garotinho por mais 5 minutos”. Em um dado momento, após rejeitar uma visita de seu pai, ele começa a ter “visões” de um menino e um avião vermelho. A grande surpresa (pra e...

Começando...

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A ideia de escrever um blog começou há algumas semanas... Ao fazer anotações enquanto assitia a um filme sugerido pela minha coach Monica Mattos. Como os leitores e seguidores do Paulo Vieira dizem, uma ficha caiu: por que não compartilhar minhas percepções e aprendizados com mais pessoas? Toda semana tenho a tarefa de ver um filme e ler um livro. Compartilhar com mais pessoas meus aprendizados é uma ótima forma de "fixar" o conteúdo e, quem sabe, ajudar alguém a ouvir  ler o que precisava naquele momento. Essa ideia ficou "adormecida" por um tempo, mas após assistir ao filme "Duas vidas", no qual um consultor de imagem se encontra consigo mesmo com 8 anos de idade, outra ficha caiu: quando eu era criança, tive uma fase "escritor". Na casa dos meus pais, onde vivi até me casar, tinha (e ainda tem!) uma máquina de escrever. Eu adorava brincar com ela. Em uma época resolvi que iria escrever e comecei a redigir histórias nas quais havia um ...